Durante todo o mês de setembro, a Biblioteca Pública do Estado (BPE) está com uma programação especial que inclui exposição, palestras, curso de flauta doce e oficina de dança, entre outras, tudo gratuito. Além disso, haverá exibição de filmes nas quartas-feiras e sessão de braille (confira a programação abaixo).

O público poderá conferir também, no hall da instituição, as Exposições Bibliográficas das obras do educador Paulo Freire e do médico Josué de Castro. A mostra acontece até o dia 30 deste mês.

Já no dia 24, às 18h, acontece no auditório da BPE uma homenagem ao Dia da Secretária. Na ocasião, a secretária executiva da secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Jaboatão dos Guararapes, Rosa Maria Lira, será homenageada. A abertura do evento será realizada pela técnica do Projeto EDUQ/SE, Maria Ângela Mello. Na oportunidade, a coordenadora do curso de graduação e pós-graduação em Secretariado Executivo, Cussy Korlla Antunes, fará a palestra ‘Relação Interpessoal: Você faz a diferença’.

O dia 29 foi reservado para o “Encontro da Terceira Idade”, que a partir das 14h, realiza oficina de dança no auditório da Biblioteca. Haverá a apresentação do grupo “Amigos para Sempre”, do Sesc, sob a coordenação da professora Valquíria Chaves.

A criançada também tem espaço no projeto Música na Biblioteca. A Seção Multimeios está com inscrições abertas para o curso de flauta doce (teoria e solfejo) para crianças com até 12 anos de idade. As aulas acontecem todas as quintas-feiras, das 13h30 às 15h. Mais informações pelo telefone (81) 3181-2647.

Programação completa

Fonte: pe360graus

Os interessados em se capacitar na arte de contar histórias têm a oportunidade única de aprender todos os segredos desta “brincadeira séria”, que virou profissão, de 15 a 18 de setembro, no Instituto Ricardo Brennand. O complexo cultural, na Várzea, movimenta o mês de setembro com a oficina de Formação de Contadores de Histórias, em dois turnos, com duas turmas distintas, das 9h às 12h e das 14h às 17h, com carga horária de 12 horas, divididas em quatro encontros.

O ator e expert na área de contação de histórias Carlos Eduardo Cinelli, que é um dos coordenadores da trupe, traz na bagagem formação em Artes Cênicas pela UniRio. Durante o curso, os participantes passam por uma série de dinâmicas em torno das práticas narrativas, do diálogo entre narração e animação de formas, e a criação de suportes plásticos.

Utilizando tapetes, malas, aventais, caixas e livros de pano como cenários de contos autorais e populares, o grupo, há 10 anos na estrada, produz e realiza sessões de histórias, espetáculo, oficinas e exposições interativas a fim de despertar o gosto das crianças e jovens pelas artes e leitura.

A programação da oficina é subdividida em dois tópicos: formação de contadores de histórias e planejamento, confecção e ensaio com os cenários. Na formação utiliza-se práticas e múltiplas narrativas, recursos disponíveis do contador de histórias, qualidade do comprometimento com as histórias, ritmo e musicalidade da palavra, análise das características estruturais e estilísticas dos contos, manipulação de objetos, discussões temáticas e formação de repertório. No planejamento acontece a análise espacial dos contos, noções de composição de texturas, fabricação dos suportes e ensaio com os materiais criados.

As inscrições serão realizadas mediante depósito bancário identificado na conta Bradesco, na agência 0289-5, c/c 120.264-2, favorecendo o Instituto Ricardo Brennand, e só serão validadas após o envio do comprovante de depósito, juntamente com nome, e-mail e telefones do inscrito, pelo fax: 2121-0368 ou digitalizado pelo e-mail: cursos.projetos@institutoricardobrennand.org.br, até 10 de setembro.

SERVIÇO
Oficina de Formação de Contadores de Histórias
Quando: 15 a 18 de setembro
Turma 1: Das 9 às 12 horas
Turma 2: Das 14 às 17 horas
Investimento: R$ 150 (com todo material incluso)
Mais informações: (81) 2121-0354

Em uma das paredes da Biblioteca Popular do Coque repousa a seguinte inscrição: “Não somos um número. Não sou condenado a ser quem você quer/ mentir pra mim mesmo/ me deixar trair”. Palavras que podem ser consideradas o grito de independência não só dos frequentadores do local, como os de projetos semelhantes, geralmente concretizados por iniciativa dos próprios moradores. Amanhã, representantes destas bibliotecas realizam uma série de atividades dentro do seminário Bibliotecas: liberdade, igualdade, fraternidade, eixo principal do 7º Festival Recifense de Literatura: A letra e a voz.

A programação começa às 15h, na comunidade de Caranguejo Tabaiares, Ilha do Retiro, e inclui oficinas, palestras e apresentação da rede formada por dez bibliotecas comunitárias da Região Metropolitana do Recife. “Estamos montando um mapa e queremos identificar novos espaços”, diz Gabriel de Santana, coordenador da rede e da Biblioteca Multicultural Nascedouro, em Peixinhos. “Quanto mais integrantes, maior nossa visibilidade e força para participar da gestão das políticas de leitura”.

O objetivo maior, no entanto, é propor, em aliança com o Fórum Pernambucano de Defesa do Livro e da Leitura, a criação de uma lei municipal que regule e garanta proteção a atividades do gênero, que será apresentada em sua versão definitiva na próxima quinta-feira, às 8h, no auditório do Senai. Entre os convidados estão as secretarias municipais e estaduais de educação e José Castilho, secretário-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura – PNLL. A última oportunidade de propor alterações será na reunião de amanhã.

O ponto de encontro será o Centro Social de Caranguejo-Tabaiares, perto da sede do Sebrae. De lá, o público pode participar de oficinas de contação de histórias, catalogação e confecção de livros. Às 16h30, no auditório do Sebrae, haverá a apresentação da rede e seu mapa de sustentabilidade social, cultural e econômica. “Hoje as bibliotecas vinculadas à rede mobilizam um acervo de 15 mil livros”, diz Gabriel. “Queremos fazer um cruzamento de nossas atividades com os objetivos do PNLL e saber até que ponto deixamos o campo da caridade para assumir o papel de gestores coletivos dessas políticas públicas”.

O encontro também será uma oportunidade para trocar informações e soluções para dificuldades gerais e específicas de cada comunidade. O primeiro foi em 2007 e reuniu quatro bibliotecas. “Visualizamos possibilidades que hoje estão acontecendo”, diz Izamar Martins, que coordena a Biblioteca do Cepoma, em Brasília Teimosa. “É um espaço aconchegante, mas com dificuldade de acesso por conta das escadas. Pessoas com deficiência física não podem chegar lá. Por isso, adotamos a mala de leitura, feita de papelão reciclado. As crianças podem escolher de 15 a 20 livros e levar para casa por uma a duas semanas. Através dessas leituras, elas conhecem novos lugares, vidas, realidades e olhares”.

Com um acervo de 4,5 mil livros e frequência de cerca de 40 crianças/dia, a Biblioteca Comunitária Caranguejo Tabaiares também tem seus problemas – espaço é o principal. “Precisamos de parceiros, engenheiros ou construtores, para transferir a biblioteca para o primeiro andar da sede do grupo de idosos”, diz a fundadora do projeto, Cleonice da Silva. “A relação institucional é importante, mas procuramos reforçar uma rede de amigos individuais, que possam fazer doações ou trabalhar conosco na formação e divulgação das atividades”, diz o coordenador Reginaldo Pereira.

No Coque, mais um local estigmatizado pela violência, crianças aprendem a confeccionar livros que contam a própria história. “Descobri que mesmo os que vão para a escola não conseguem o fundamental, que é aprender a ler. Então começamos a trabalhar alfabetização, que para mim é o primeiro passo para qualquer conquista”, diz Maria Betânia do Nascimento, que conseguiu montar um acervo de 3,5 mil livros, mas depende da doação de material didático (papel, cola, lápis e borracha) para continuar seu trabalho.

O voluntário francês Benoit Pirroneau, que acompanha a biblioteca de Caranguejo Tabaiares e seu processo de organização em rede, observa no local os princípios da economia solidária. “De que outra maneira ela consegue se sustentar, se não tem nada para vender?”, pergunta. Para ele, a leitura crítica do PNLL e a possibilidade da rede participar da elaboração de políticas públicas municipais é um movimento que precisa ser melhor valorizado. “Ele fecha o ciclo a partir dos atores locais, que se entendem mais como protagonistas do que beneficiários. Na prática, trata-se de municipalizar o que já existe como iniciativa da sociedade civil”.

Fonte: Diário de Pernambuco

Neste mês de agosto assumi um novo compromisso que me deixou especialmente contente. Fui convidada pela Bites para ser a curadora de um Book Crossing com livros da Editora Record. Além de sugerir “encontros” e afinidades entre títulos (e a editora tem muitos!) e editores de blog, pude colaborar ativamente na definição da estratégia que envolverá a leitura, a troca de livros e a publicação de resenhas nos blogs envolvidos.

E como vai funcionar? Formamos grupos com afinidades e sugerimos obras para uma leitura coletiva (um Clube do Livro) e assim que os blogueiros recebem as obras em suas casas, passamos a debater o tema em nosso grupo online. Para quem AMA ler como eu, tem sido um prazer imenso poder ler obras boas e ter amigos com quem conversar sobre esta leitura, pessoas interessantes que estão lendo as mesmas obras que eu e que têm opiniões complementares à minha. Esta leitura coletiva tem um tempo para acabar e em seguida os blogueiros postarão suas reflexões sobre a leitura em seus blogs e redes sociais de leitores.

Mas e o Book Crossing? Bem, cabe ao blogueiro definir o destino da obra. Pensamos em fazer uma libertação de livros ou uma troca efetiva (em que um lê e passa para o outro), mas preferimos dar ao blogueiro o direito de escolher o destino da obra que leu. Quem quiser pode doar para uma biblioteca pública, emprestar para amigos, libertar deixando-o num local público ou mesmo guardá-lo. O que conta é que estaremos lendo, incentivando pessoas a conhecer novas obras, trocando ideias sobre literatura e fazendo uma pequena parte do trabalho de democratização da cultura.

A atividade não é remunerada e, embora esteja se iniciando com o grupo de blogs que temos na rede MdeMulher, os participantes não precisam compor a rede. Se você é leitor de um de nossos blogs, também ama livros e costuma fazer resenhas de suas leituras em seu blog, faça contato conosco nos comentários deste post. Quem sabe você se junta a nós nesta troca de ideias?

Já estão participando desta primeira fase os blogs: Falando sobre, Porque minhas opiniões não cabiam na telinha da TV, Elfinha, Ladyrasta, Blog da Ti, Groselha News, Universo Mix, Rockerspace, Bolsa de Novidades, No Ghetto, A Vida Como A Vida Quer, Liliane Ferrari. E as obras que estão na roda são (as que estão na foto acima): A joia de Medina, Alex e eu, Como falar com meninas, Lições de vida de um cão chamado Lava, Mundos de Eufrásia, O Mundo é curvo, O poder da intuição e Para Sempre Teu, Biografia de Caio Fernando Abreu.

Fonte: http://www.samshiraishi.com

Brochuras – Ações para os Sentidos
É uma proposta que faz uso da encadernação artesanal e da produção textual para incentivar, de forma lúdica, a leitura e o gosto pelo livro.
Este projeto foi vencedor do edital “Arte Por Onde Você Anda”, da Prefeitura Municipal de Curitiba, através do Fundo Municipal de Cultura.

Oficinas para Crianças
Incentivar a leitura e o pensar artístico através da prática da escrita e da construção artesanal de um livro, com crianças de 5 à 14 anos.

Oficinas para Idosos
Trabalhar elementos como as memórias e as lembranças para a produção de histórias e a construção artesanal de um livro, realizando assim, o resgate da identidade e da auto-estima.

Oficinas para Educadores
Técnica e prática para fomentar o uso do Projeto Brochuras como ferramenta lúdica de alfabetização e aprendizagem.

Fonte: http://virb.com/brochuras/

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